
domingo, 08 de novembro de 2026
FEIRA DE VELHARIAS
Compra, venda e troca de velharias, antiguidades e colecionismo, nomeadamente de artefactos etnográficos, quinquilharias, livros, discos, jornais, revistas, selos, postais, moedas, relógios, máquinas, mobiliário, vestuário, artigos para o lar e peças de arte.
Local:
Largo Rodrigues Sampaio
Mais informações:
Das 10h00 às 18h00

domingo, 08 de novembro de 2026
MAGUSTO CONVÍVIO
Local:
Largo Rodrigues Sampaio
Mais informações:
14h30

segunda, 09 de novembro de 2026
FEIRA QUINZENAL DE ESPOSENDE
A realização de feiras municipais sempre teve forte tradição no Minho. No dia de calendário definido, sobretudo as pessoas que viviam nas aldeias, cedo se habituaram a deslocar às feiras, quer para comercializar os seus produtos, quer para se abastecerem com produtos para si, para a família, para a casa ou para o seu trabalho. Agricultores, costureiras, donas de casa e feirantes habituaram-se a conviver neste espaço, de uso secular.
Este espaço está organizado por setores, possuindo mais de 100 lugares de terrado para o comércio a retalho não sedentário.
A feira realiza-se à segunda-feira, a cada quinze dias e possui um parque de estacionamento público gratuito. Existe um estabelecimento de restauração e bebidas no interior da Central de Camionagem e sanitários públicos nas imediações do recinto, que servem de apoio a comerciantes e consumidores.
Local:
Junto à Estação Central de Camionagem de Esposende
Mais informações:
Das 6h00 às 18h00

sábado, 14 de novembro de 2026
«AMADEO(S)» | 16.º ET – ENCONTRO DE TEATROS
Uma montagem cénica interpretada por uma atriz e dois atores que se desdobram em várias personagens, cores e paisagens, que povoam a obra pictórica de um dos nossos pintores mais emblemáticos do modernismo e "esquecido" em Portugal durante mais de 50 anos, e acompanham vários episódios da sua vida e do seu tempo, uns reais e outros ficcionados, mais as relações com amigos e familiares, artistas conhecidos e homens e mulheres comuns e que Amadeo passou para os seus quadros nas diversas fases porque passou a sua pintura. Em cena estarão objetos e estruturas, cadeiras, cavaletes e várias cópias de quadros de Amadeo e que, manipulados pelos comediantes, contarão as várias histórias e personagens que compõem a dramaturgia fragmentada da peça, praticamente sem o uso de linguagem dialogada ou utilização de grandes frases, através do movimento, expressão corporal e utilizando pequenos vocábulos, interjeições, monossílabos, ditongos, risos e onomatopeias em diálogo com a música e a sonoplastia, pelo desenho e jogos de luz e pelos adereços e outros objetos em palco.
- Ideia, Guião e Encenação: José Leitão
- Interpretação: Daniela Pêgo, Flávio Hamilton e Pedro Carvalho
- Direção de Movimento: Ana Lígia Vieira
- Música Original e Sonoplastia: Carlos Adolfo
- Direção Técnica e Desenho de Luz: André Rabaça
- Direção Plástica e Cartaz: Sofia Silva
- Construção: José Lopes
- Costureira: Marlene Rodriguez
- Aderecista: Ricardo Neto
- Designer Gráfico: Tiago Dias
- Fotografia de Cena: Paulo Pimenta
- Vídeo: Luís Lima Productions
- Produção: Mariana Macedo
- Edição e Montagem do Vídeo "Amadeo e o tempo em que viveu" André Rabaça
Local:
Auditório Municipal
Mais informações:
M/6 I 70 minutos

sexta, 20 de novembro de 2026
CERIMÓNIA DE LIGAÇÃO DA ILUMINAÇÃO DE NATAL
Local:
Largo Rodrigues Sampaio
Mais informações:
19h00

sábado, 21 de novembro de 2026
«FLORES DE PÃO» | 16.º ET – ENCONTRO DE TEATROS
Maria da Luz bebe Coca-Cola com solenidade e ouve Grândola como quem reza. “Flores de Pão” é uma viagem ao tempo em que ter medo era normal, confiar era perigoso e fazer uma flor de pão era um ato de resistência. À medida que a memória se abre, surgem histórias de resistência e de submissão, de quem lutava na clandestinidade e de quem defendia o regime com convicção. Entre passado e presente, o que é contado ganha corpo em cena e transforma-se numa experiência viva, onde a memória deixa de ser apenas lembrança para se tornar ação. Uma peça sobre as mulheres anónimas que não ficaram nos livros de história. Sobre o que se paga pela liberdade e sobre o que se perde quando se esquece esse preço.
Porque a liberdade não se herda pronta. Cuida-se. Todos os dias.
FICHA TÉCNICA
- Texto e encenação: Alexandra Costa e Sofia Sampaio
- Atores: Bia Teixeira, Helena Roxo, Mafalda Miguéis, Marcelo Silva
- Produção: GATERC
Local:
Auditório Municipal
Mais informações:
21h30 | 7,00€ | M/6 | 50 minutos

domingo, 22 de novembro de 2026
TEATRO «TUDO ERA VERDE» — A CAPOEIRA, COMPANHIA DE TEATRO DE BARCELOS
Tudo era Verde, a história de infância, adolescência e adulto de uma criança, uma árvore e um fiel amigo, o lobo. Sobre campos que se perdem com o verde na natureza, os três amigos vivem emoções e partilham as suas brincadeiras e sentimentos. A natureza ao longo da história dá lugar ao cinza e a vida dos três amigos seguem caminhos diferentes. O cinza domina até que um “botão” verde de esperança aparece.
Espetáculo integrado na programação da Semana da Floresta Autóctone.
Local:
Auditório Municipal
Mais informações:
15h00 | Entrada: Geral €4,00 | ≤12 anos e ≥ 65 anos: €3,00 | M/3 anos

segunda, 23 de novembro de 2026
FEIRA QUINZENAL DE ESPOSENDE
A realização de feiras municipais sempre teve forte tradição no Minho. No dia de calendário definido, sobretudo as pessoas que viviam nas aldeias, cedo se habituaram a deslocar às feiras, quer para comercializar os seus produtos, quer para se abastecerem com produtos para si, para a família, para a casa ou para o seu trabalho. Agricultores, costureiras, donas de casa e feirantes habituaram-se a conviver neste espaço, de uso secular.
Este espaço está organizado por setores, possuindo mais de 100 lugares de terrado para o comércio a retalho não sedentário.
A feira realiza-se à segunda-feira, a cada quinze dias e possui um parque de estacionamento público gratuito. Existe um estabelecimento de restauração e bebidas no interior da Central de Camionagem e sanitários públicos nas imediações do recinto, que servem de apoio a comerciantes e consumidores.
Local:
Junto à Estação Central de Camionagem de Esposende
Mais informações:
Das 6h00 às 18h00

sexta, 27 de novembro de 2026
CONCERTO «ORQUESTRA SINFONIETTA DE BRAGA CELEBRA O FADO»
Concerto da Orquestra Sinfonietta de Braga que celebra o fado, uma das mais emblemáticas expressões da identidade musical portuguesa, através do diálogo entre a tradição fadista e a sonoridade orquestral. Com conceção artística de Artur Caldeira, reúne os fadistas Adriana Moreira, Carla Cortez e Pedro Ferreira, acompanhados pelos guitarristas Artur Caldeira, André Sá e Daniel Paredes, com participação especial do clarinetista Sérgio Pires.
Assinala o 15.º aniversário da classificação do Fado como Património Imaterial da Humanidade.
Local:
Auditório do Centro Paroquial de Palmeira de Faro
Mais informações:
21h30 | Entrada livre, condicionada à lotação do espaço.

sábado, 28 de novembro de 2026
«FILHOS DE ALGUÉM» | 16.º ET – ENCONTRO DE TEATROS
Num banco canónico da cidade sulina de Ponta Delgada, por ter sido nele sentado que se matou o grande poeta Antero com dois tiros de uma pistola, dois homens revelados irmãos, duas criaturas sem eira nem beira e saídas do nosso imaginário coletivo, típicas de qualquer tempo que por aqui passe, aguardam pelo futuro que não chega.
Os dois irmãos, trazem nos bolsos temas fundamentais da humanidade, como a família, o medo ou a vergonha, são também, de forma mais diretamente realista, uma representação artística dos “humanos zombies” que hoje se veem em Ponta Delgada, adictos de drogas sintéticas, personagens que transportam para onde vão, uma ideia de degradação humana, de precipício, de morte. São por isso, tragédias em movimento.
Ainda para mais, estão, muito significativamente, sentados onde se suicidou um poeta que sonhou com um mundo melhor e uma sociedade organizada de um modo mais justo, com atenção importante aos marginalizados. Há, no gesto do suicídio de Antero, um aparente movimento de desistência. Mas, é sempre importante lembrar que atrás dele sobrevive, numa placa, a palavra esperança.
Aqui entra a ilha e os seus abandonos, uma história arquipelágica feita de pobreza e emigração, uma incapacidade generalizada para lidar com aqueles frutos humanos que caem das árvores podres, sem préstimo. O que fazer com eles? O que fazer para que outros que aí venham não apodreçam outra vez à nascença?
- Texto original: Nuno Costa Santos e João Pedro Porto
- Direção artística/encenação: Miguel Damião
- Interpretação: Emanuel Arada e Rui M. Silva
- Desenho de luz: Rui Viveiros
- Cenografia: Natália Melo
- Figurinos: Isabel Roque
- Produção executiva: Beatriz Silva Lavouras
- Fotografia: Paulo Goulart
- Apoio: República Portuguesa - Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
Local:
Auditório Municipal
Mais informações:
21h30 | Entrada: €7,00 | M/12

segunda, 30 de novembro de 2026
«RAMBALIN» | 16.º ET – ENCONTRO DE TEATROS 21H30
Espetáculo inspirado na história de Alberto Alonso Blanco, conhecido como Rambal ou Rambalin, um homem homossexual assumido das Astúrias, assassinado em 1976, durante o período franquista, num caso que permanece por resolver. A peça evoca a sua vida, a expressão artística e a violência e marginalização vividas pela comunidade LGBTQ+.
- Direção e Co-criacão: José C. Garcia
- Criação e interpretação: Noelia Domínguez, Sérgio Agostinho e Tiago Santos (Música ao vivo);
- Direção Técnica, Luz e Som: Nuno Tomás
- Comunicação e Design Gráfico: Alexandra Teixeira
- Administração e Produção: Sara Casal
- Co-produção: Teatro de Vila Real
Local:
Auditório Municipal
Mais informações:
Entrada: €7,00 | M/12

